Enquanto se imagina demais se faz de menos.
Simples, plena e objetiva como deveriam ser as decisões, como deveríam ser os medos.
Enquanto se tem medo de agir, se perde tempo.
Quântica, calma e dialética como são todas as realidades quando se corre atrás delas, quando se vai a luta e se conquista o desejado.
Mulheres comportadas raramente fazem história,
essa frase remexia na minha mente enquanto eu olhava pro teto. E era magnífico o quanto o teto era constante, de uma só cor, com uma retidão admirável, sem curvas e sem direções ou caminhos pra escolher.
Em contrapartida por mais que as direções me estressassem , elas me fascinavam, me faziam me sentir meio má, meio não-comportada, meio que fazendo história...
Seria tão simples se tudo se resumisse a café e cigarros, seria uma forma de êxtase hiperativo, de anestesia de desilusões.
Apagar os medos e as piores experiências como se tivesse uma dose diária de vodca, ou que fosse uma dose controlada por lágrimas ou angústia aparente.
Penso que o medo de se machucar ia diminuir, já que as experiências frustradas seriam apagadas. Contudo seria frustrante não lembrar das vezes que caiu e conseguiu levantar, das noites que chorou mas que passaram...
Não, nada de café ou cigarros ou sequer as doses de vodca.
Melhor é remexer frases de Marilyn Monroe filosofando sobre, sei lá, árvores, que são inconstantes e tem várias direções para seus galhos seguirem e crescerem.
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Naõ nem posso perder o resto,é viciante Day.
ResponderExcluirTe amo amiga e parabéns tô amando tudo isso!
galohs são tão inconstantes, que se caem ao solo, logo brotam uma arvore tão forte quanto a da qual vieram. :)
ResponderExcluirmuito bom seu texto day. continue a nadar. :)
(ah sei lá, quis falar.)